Controle | Essencial para a execução do planejamento

Assegurando que os objetivos e metas sejam atingidos de maneira correta. A crise mundial que assola o cenário econômico tem forçado muitos empresários a participar de perto da gestão de seu empreendimento.

Mais do que levar a empresa ao propósito de produção e/ou serviços, o momento é de reduzir investimentos de alto risco, enfatizar o planejamento a longo prazo e tomar decisões mais conservadoras. E como isso deve ser feito? Uma das alternativas é fazendo-se controles de maneira eficiente, sem esquecer aspectos importantes como o caixa, endividamento, riscos e todo o processo de desenvolvimento das atividades empresariais.

Os controles consistem num conjunto de políticas e procedimentos, que são desenvolvidos e operacionalizados para garantir razoável certeza, acerca da confiança que pode ser depositada nas informações e nos seus processos, aumentando a probabilidade de que os objetivos e metas sejam atingidos, de maneira correta e tempestiva, com a mínima utilização de recursos. Uma gestão baseada em controles possibilita a correção dos rumos do negócio, otimização de recursos e o planejamento de investimentos. Nas últimas décadas, fatores econômicos, culturais e sociais do Brasil têm feito muitas empresas deixarem essa prática de lado.

Para o consultor financeiro de empresas, Clóvis Luís Padoveze, doutor em contabilidade e controladoria pela USP (Universidade de São Paulo), autor de diversos livros de contabilidade e controladoria, a melhor maneira de enfrentar a crise atual é fazer análise criteriosa do gerenciamento de riscos da empresa (medida da incerteza, que poderá trazer consequências positivas, 'oportunidades' ou negativas, 'chamadas efetivamente de riscos'). “É importante saber o que ocorre no ambiente, seja positivo ou negativo, e deve ser pensado diariamente pelo gestor”, diz. Em seguida, segundo ele, vem o planejamento estratégico para, depois, transformar estes dois itens em números, no planejamento orçamentário.

Importância das informações

Ainda, segundo Padoveze, é no momento de elaboração dos dados que será construído o rumo da empresa. É dentro do orçamento que a análise deve ser direcionada para os resultados e para o fluxo de caixa. “Quem já possui estes itens implantados na empresa sofrerá menos impactos com a crise financeira mundial”.

Para Marcelo Cherto, presidente do Grupo Cherto, empresa especializada em ocupação de mercado, é imprescindível que os empresários definam indicadores que possam ajudar a visualizar e compreender a situação da empresa rapidamente. “Alguns indicadores podem ser vistos mensalmente, outros devem ter acompanhamento diário, como o fluxo de caixa. Mas isso varia para cada tipo de empresa”, cita. Em tempos de crise mundial, onde as consequências ainda não são claras, é necessário maior controle para obter agilidade na tomada de decisão, ressalta o empresário que atua há 23 anos no negócio.

“Os resultados em uma empresa não acontecem ao acaso, mas devem ser construídos. Não adianta constatar problemas no final do ano, com o balanço, que já será tarde. Por isso, os controles ajudam o gestor a enxergar uma tomada de decisão, devendo ser rápida e sem medo de errar. Analisar uma ação baseada em indicadores está mais que correto. É preciso ser ágil, pois ser empresário é correr riscos”, garante Cherto.

Acompanhando a realidade mundial

Dessa forma, cabe aos empresários fazer uso constante de relatórios gerenciais, para trabalhar com uma saúde financeira ao longo do ano. É preciso que as ações estejam de acordo com a atual situação econômica do mundo, e que estas saiam do papel, com modelos de gestão que ajudem o empresário a obter os resultados desejados. É preciso trabalho árduo, principalmente em tempos de crise, para produzir resultados.

Muitas empresas, atualmente, estão de olho em novos canais de vendas para otimizar os negócios. Antes da crise, com a facilidade de acesso ao crédito, era fácil e rápido vender seus produtos. Agora, será necessário empenho para mostrar o seu produto ao mercado. “É a hora de acompanhar os números de perto, sem medo de tomar decisão. É hora da gestão de verdade”, finaliza Cherto.

Olhar para o mercado e prever o futuro

Quanto mais organizada e preparada sua empresa estiver para prever e avaliar os danos desta crise, mais capacitada estará para lidar com as situações adversas e seus efeitos. O gestor deve investigar o que pode acontecer com o seu empreendimento, e estar devidamente preparado, com a construção e análise de cenários possíveis propostos no planejamento, definindo ações que podem ser implantadas para minimizar perdas, em um cenário pessimista; ou otimizar ganhos, num cenário otimista.

Neste momento de incertezas, a recomendação é a de aumentar a liquidez da empresa, mantendo saldo de caixa maior; minimizar custos fixos; diminuir o nível de endividamento e proporcionar uma situação financeira de menor impacto.

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